Total de visualizações de página

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Marrapá!

Pego um taxi, aponto o percurso e o motorista o reprova.

Por conta própria segue outro. Segundo ele, esse sem bloqueio de obras da prefeitura.

“Esse pessoal não sabe trabalhar de madrugada, não?... Marrapá!... Meus colegas tão umas arara com essas obra... Marrapá!... Se soubesse que era pro lado daqui, nem tinha pegado a corrida... Marrapá!...”.

Finjo não ser comigo.

O motorista insiste, fala horrores da corrida anterior, também pro mesmo rumo, menciona o trabalhão e o resultado reles.

“Sabe quanto deu? Sete e trinta, e a mulher nem tinha trocado... Marrapá!”.

Nem contei quantas vezes ouvi a expressão em poucos minutos. Não contei dos cinquenta na carteira...

Puxei a nota e o homem a olha, incrédulo.

“Tu e a outra tão querendo é tirar sarro da minha cara?... Marrapá!...”.

Antes que o clima rebentasse, entrei em casa e catei todos os trocados. Por fim, a quantia cobrada.

O motorista recebe o dinheiro e nem conta. Antes de ir embora, solta.

“Vê se da próxima me chama, tá?...Marrapá!...”.

Chamo sim, chamo o hospício...Marrapá!.

Viver bem

“Viver bem é morar a dois passos de tudo”.

De tudo o que é agradável e nos interessa.

Persiga infernos e não te sigo os passos.

Viver bem.

Para a maioria, a vida sem problemas.

Para mim, saber domá-los.

“Não se perca, não se esqueça. Viver bem é a melhor vingança”, diz Caio Fernando Abreu.

“Viver bem é a melhor vingança”.

Coincidência ou não, é provérbio basco.

Certos números incertos

Pode conferir.

Nas placas de carro com terminação “1”, o número está gravado a uma distância bem superior aos outros.

Ou seja, o órgão normatizador de trânsito não segue um padrão nas placas que autoriza e põe lacre de fiscalização.

Não me pergunte porque essas coisas acontecem.
Porque o “1” em alto relevo é uma barra vertical – “|”.

O que um espertinho pode fazer com a descoberta.