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sábado, 29 de outubro de 2011

Chávez y puertas (dois)

Hugo Chavéz esteve no Maranhão em março de 2008, a convite do ex-governador Jackson Lago.

O motivo oficial da visita seria assinar protocolo de intenções com o governo nas áreas da educação, agropecuária, saúde, meio ambiente e comércio.

O não-oficial, o ex-governador levou para o túmulo.

Se quis impressionar o país, deu com os burros n´água. Se o alvo era Sarney, também.

Do aeroporto ao Palácio dos Leões, o presidente venezuelano encontrou protestos. A Polícia Militar fez jus à fama e soldo.

E sobre o tal protocolo, ninguém nunca ouviu falar.

Se algum dia existiu, perguntem ao Boqueirão.

Chávez y puertas (um)

A notícia é destaque no site do Ministério das Relações Exteriores
(www.itamaraty.gov.br), com a chamada "Chávez negocia fazer refinaria no Maranhão sem Petrobras" , divulgada em 28/10.

Hugo Chávez teria conversado com a governadora Roseana Sarney, na Venezuela, sobre a possibilidade de construir uma refinaria no estado, sem a Petrobras.

Pilhéria ou não, o gesto do general-presidente é uma afronta à Petrobras, que cozinha em banho-maria uma definição sobre a Refinaria Rosário-Bacabeira.

O sentido duplamente perigoso da investida venezuelena está no intermediador da reunião: o ex-ministro José Dirceu.

Toma que o filho é teu

E o lixo hospitalar dos EUA chega ao Maranhão.

Hoje lencois, amanhã membros amputados.

Uma coisa parece certa.

Ainda que os órgão de saúde pública silenciem sobre o assunto, parece improvável que a sujeira tenha "escapado" sem a complacência das autoridades sanitárias americanas.