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quinta-feira, 1 de março de 2012

Jogo de máscaras

“Quase metade das mulheres se sente mal sem maquiagem”.

Os políticos, a totalidade, escondem os eleitores.

A "cor" do som

A título de arrecadação de direitos autorais, o Ecad RJ cobrou R$ 1.875,00 de uma noiva para que pudesse executar músicas na sua festa de casamento.

O juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º JECiv, não deixou barata a grande “sacada” musical.

Condenou o órgão a restituir o dinheiro e ao pagamento de R$ 5 mil de indenização por danos morais.

“Casamentos são festas íntimas e familiares nas quais inexiste intenção de lucro. Portanto, não há justificativa para a cobrança dos direitos autorais das músicas veiculadas”, interpretou.

Não foi divulgado por quanto tempo o Ecad regeu a prática e o quanto colheu das lágrimas nupciais.

O carteado e a lua

Aconteceu em noite de tédio em São Luís.

Os velhos amigos de carteado se reúnem para mais uma rodada de apostas.

Antes do início do jogo, um dos atletas do baralho se recusa a sentar à mesa. Como justificativa, aponta um dos colegas presentes e o acusa de dever a ele uma soma vultosa.

O acusado não se alterou com a provocação.

Pediu ao acusador que levantasse as dívidas, pois iria quitá-las naquele instante.

O homem não pensa duas vezes. Puxa caderneta do bolso, faz cálculos sobre cálculos, adiciona juros, e apresenta a conta.

O devedor – sob o olhar atônito da mesa – puxa o talão de cheques, preenche folha com a quantia e o entrega com um enigmático sorriso de vitória.

Os velhos amigos se abraçam e dão a querela por terminada.

No dia seguinte, o credor se dirige ao banco no intuito de descontar o cheque.

O gerente olha o papel e, após alguns segundos, o devolve ao homem e pede desculpas por não poder atendê-lo.

- O cheque não tem fundos?
- Tem, sim senhor!
- E, então, qual é o problema?
- O senhor já reparou de onde vem esse cheque?


Quem viu ou soube do causo assegura: o cobrador não teve morte instantânea por milagre.

Diante dele, em letras legíveis, lia-se na ordem de pagamento:

“Lua, tanto de tanto de mil novecentos e tanto”.

Por mais perguntasse, jamais soube o desfecho do jogo e da dívida.