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domingo, 16 de dezembro de 2012

Os olhos são outros

Há quem veja na indicação de Tati Lima uma homenagem de Holanda Júnior ao ex-marido da agora secretária e ex-concorrente eleitoral Tadeu Palácio.

Será?
Não faz muito tempo, o Palácio cirurgião oftalmológico abriria os olhos do homenageante e passaria o bisturi sem dó.

Os planos, os desenganos

É legítima a dúvida da imprensa quanto à existência ou não de plano de governo na administração do prefeito Holanda Júnior.

Mas pelo falam sobre falências e deserdações, seria conveniente perguntar: há um mísero plano de salvação para São Luís nos próximos três meses?   
Antes desse prazo, juram, boa parte dos serviços de infraestrutura para pelo acúmulo de dívidas.
Longe de nós a capital varrida pelo lixo.
Não há planos para evacuação da cidade até lá, há?

sábado, 15 de dezembro de 2012

Os substitutos

Atual e futuro prefeito de São Luís, João Castelo e Holanda Júnior padecem com “problemas” desiguais.

O primeiro tenta sem sucesso se livrar dos secretários a qualquer custo.

O segundo invoca em sucessão quem aceite os cargos.

Hasta la vista

Temos de evitar os 50 anos da oligarquia Sarney no Maranhão”, brada o presidente da Embratur, Flávio Dino.

Bem, se em 50 anos não conseguiram derrubar a oligarquia, só resta à futura geração esperar – ou lutar – para que no próximo meio século não derrubem de vez o estado.

Contagem macabra

Mais de 660 assassinatos durante o ano em São Luís, 29 apenas na primeira semana de dezembro, conta um jornal da capital.

Das mortes, perde-se a conta.
Da vida, essa ninguém dá conta.

Com a boca cheia

A língua inglesa pode ser o diferencial que falta ao seu negócio.

No Cohatrac, um dos bairros populosos de São Luís, quem não tiver o “I love you” em dia corre sério de ficar a segurar vela em namoro, e não chega ao portão de clínica odontológica.
Até pamonha e mocotó com sotaque do Obama viraram moda por lá, dizem.

A estratégia deu certo? Of course!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Amarele de vez

O reajuste de 38% na tarifa da água – denunciado nesta sexta-feira, quase Natal – deveria motivar o maranhense a trocar de vez o que está sempre em falta nas torneiras pelo que jorra à vontade em qualquer lugar: cerveja.

Uma pela outra, a “amarelinha” vai ficar mais barata, e leva vantagem adicional: nunca o deixa na mão.