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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sem saída

Caso insistam em acusações mútuas – e abandonem solução sensata e acordada aos muitos problemas de São Luís – governo do Estado e prefeitura estão a caminho de pacto diabólico ou, no mínimo, melancólico.

Há cura para efeito ótico 

 

Carnavalizando

O que é mais importante: Carnaval ou saúde pública?

São Luís dispõe de R$ 2 milhões para gastar nos circuitos de rua e não tem mísero tostão para recuperar as ambulâncias do Samu.

Ah, oito das treze viaturas já estão rodando!
 
A serviço, espera o cidadão que não cai no sacolejar da "Bandida".

As outras cinco rodopiam e esperam o Carnaval passar.
 
Quanto tempo São Luís pode esperar?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

No moroló

O crime em São Luís nem sempre vive momentos altos.

Na Vila Luizão, dívida de cento e dez reais leva mulher a esfaquear devedora em uma das nádegas.

Por sorte, o dinheiro estava em outro bolso, soube-se depois.

“Foi logo no Moroló que ela me acertou”, queixou-se a vítima, referindo-se ao próprio sobrenome.

Vida de cão

O cenário político-administrativo em São Luís anda turvo de tal forma que até mesmo Shivas desapareceu sem deixar vestígios.

O cachorrinho, apesar do nome, é abstêmio e indiferente à práticas religiosas.

Deixou a casa na Cidade Operária logo após o anúncio de parcelamento dos salários dos servidores públicos.

O dono paga recompensa a quem achar o animal, mas avisa: o dinheiro só estará disponível quando a prefeitura finalizar a dívida salarial de 2012.

Quase lá

O ex-prefeito João Castelo e secretários receberam em dia os salários de dezembro, ou estão na fila do parcelamento?

Dias em vermelho

Com o pagamento da primeira das três parcelas dos salários de dezembro, os funcionários públicos de São Luís só saberão que 2012 de fato terminou daqui a sessenta dias.

Até lá vão continuar orando para que a prefeitura não descubra meios de impor novos atrasos de vida em 2013.

domingo, 13 de janeiro de 2013

De Gullar a Lobão

A Folha de S.Paulo deste domingo traz artigos de três maranhenses: Edison Lobão, Ferreira Gullar e Flávio Dino.

O ministro de Minas e Energia garante que o país não terá novos apagões e vai atender a demanda elétrica crescente; o poeta e crítico literário acredita que reduzir o consumo é único método para deter o avanço das drogas na sociedade; o presidente da Embratur relembra a tragédia do filho adolescente morto e denuncia: a débil fiscalização sobre os hospitais é burlada por maus médicos.

É possível ler os textos de Lobão e Dino no link abaixo:

Gullar está disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/1213330-um-confuso-bate-boca.shtml