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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Em clima de mudanças



A prefeitura de Caxias (MA) mandou passear, e de uma só canetada, mais de 15 mil servidores públicos. 

Outros 35 mil ficaram no cargo sob promessa de trabalho árduo. 

Devem observar em qual quintal chove mais e menos respinga: em Timon ou Teresina.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Crise habitacional



As casas do PAC em Imperatriz estão abandonadas ou em crise de piripaque?

Vias de fato



Depois que o deputado Domingos Dutra (PT-MA) foi chamado de “satanás” pelo pastor Marco Feliciano, e logo durante a Páscoa, nunca mais a malhação do Judas será a mesma no Maranhão.

Qual caminho te parece pior? 

A Via Crucis, a Via Expressa ou a Via Dutra?

Os pardais que aqui gorjeiam



Não há nada de estranho nas dez mil multas aplicadas em São Luís, em dois meses, a condutores mais velozes que o máximo permitido em barreiras eletrônicas. 

Estranho, estranhíssimo, é como tantos conseguiram – e em tão pouco tempo – escapar de tráfego que, quando muito anda, desanda. 

Só por curiosidade. 

Essas barreiras são eletrônicas ou supersônicas?

Pior que a velhice



Não fosse os dilúvios da Quarta-feira de Cinzas e do Domingo de Páscoa, nem perceberíamos o quanto empetecaram São Luís com maquiagem chinfrim, e que deve ter custado bem mais que plástica completa.

Bastaram dois pingos fortes para mostrar o quanto velhice sem dignidade é praga de andar igual à senilidade pública ou à jovialidade cômica.

Quatrocentos anos, e nenhuma resposta a quatro séculos de dúvidas e dívidas.

Qual a sua?

Entre dúvidas e dívidas



Sérias dúvidas quanto ao que presta ou não podem explicar o baixo número de prefeitos do Maranhão que, até agora, prestou contas pelo que foi gasto pelo colega anterior. 

Mas, afinal, devem prestar contas sobre o quê?

Pelo que não receberam em caixa ou pelo que sumiu e dizem ter deixado à vista de todos?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Preparai as baladeiras!



São Luís com duas Coreias instaladas na ilha, e até agora ninguém foi ouvir os nossos coreanos sobre a ameaça de guerra a rondar o mundo. 

As nossas Coreias são bairros, tudo bem. E tão antigos por aqui quanto a mania de jogar pedra na casa do adversário.

Caso o conflito irrompa mesmo, vamos torcer para que os mísseis ianques percam de vista a Coreia de baixo e a Coreia de cima.

Geograficamente, deve ser o que outro lado do planeta conhece por norte e sul. 

Ainda bem que o presidente Kim Jong-um não sabe, mas em São Luís se esconde um Japão.