Estudo dos investigadores Cláudia Pedra e Miguel Santos Neves – apresentado
esta semana em Lisboa – mostra Portugal entre principais rotas internacionais do
tráfico de seres humanos.
As vítimas são oriundas de 17 países, sendo que 70% vêm do Brasil, Nigéria e
Gana.
Em dois anos, os investigadores identificaram 115 vítimas de tráfico, das
quais apenas 17 estavam referenciadas pelas autoridades. Entre 250 e 270 traficados
tiveram Portugal como destino, origem ou ponto de passagem.
De acordo com o estudo, 67% das vítimas enriquecem a exploração sexual.
As mulheres que aceitam abandonar o país de origem com a falta promessa de
emprego no exterior são vendidas em Portugal por 35 mil euros – pouco mais de
R$ 80 mil.
Há tantos
buracos em São Luís que contratar empresas por R$ 4,5 milhões para pavimentação
faz de contas tem efeito igual a tentar remendar os canos do sistema Italuís
com grude.
O pior é o
que não cola ou o que a um sopro descola?
Exceto por
um triz, São Luís é quase Paris.
A prefeitura
deve conter excessos e corrigir a tempo más interpretações da sua “Limpeza Rua
a Rua”.
A operação
terá com foco a retirada do lixo urbano de São Luís e, não, a sangria do bolso
dos contribuintes.
Já
imaginaram as quadrilhas pré-juninas de Pedrinhas a aproveitar o movimento para
primeira apresentação?
Capital recebe operação de limpeza pública na segunda-feira, promete a prefeitura.
Até terça,
não ponha a cara suja fora de casa.
Sabe-se lá o
que entendem por lixo ou capricho, por aterro sanitário ou desespero
solidário, concorda?
O lixo
recolhido terá como destino qual ribeira?
A fronteira
São Luís – Rosário?
Seriam
edipicantes as tais conversas sexuais do pastor Marco Feliciano com fiéis da
sua igreja, e interceptadas pela polícia.
As
edirficantes, propriedade particular do colega Macedo.
Lembram dos policiais
de Pernambuco que supostamente teriam assassinato um empresário em Bacabal, em
abril?
Devido ao
tamanho do Maranhão, os dois ainda não chegaram a São Luís.
Longe assim, nem o infinito.
Prefeitos e
eleitores ainda não se deram conta, mas com a leva de médicos cubanos que virá ao
Brasil pode vir a resposta convincente para a renovação política que o Maranhão
carece há décadas.
Sabe como é!
Já estavam manjadíssimos
e improdutivos os arranjos “meu motorista”, “meu capataz”, “meu tesoureiro particular”.