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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Passaram da conta



Há certas contas que o próprio diabo não dá conta.

O Maranhão tem sete mil policiais militares em atividade.

Caso mil trabalhem na segunda-feira, onde estarão os outros seis mil na terça-feira?

Na clandestinidade?

Negócio encalhado



Decepcionados com resposta pífia do mercado aos mil encantos da sua área nobre, e com pesquisa de prospecção de negócios que se revelou um fiasco, sócios de um shopping em construção em São Luís refizeram toda a estratégia de vendas das lojas.

Ao invés de marcas consagradas, o empreendimento vai apostar em nomes consolidados no gosto popular.

O ludovicense está mais para Americanas que para Dolce & Gabbana, descobriram os investidores.

A mudança de tática não produziu bons resultados até agora.

Mesmo com pátio de facilidades, cerca de dois terços das lojas esperam interessados.

A primeira barata



A descoberta de uma barata na comida de restaurante é prova inequívoca: São Luís sai na dianteira da ONU quanto à ingestão regular de insetos para matança da fome mundial.

O nosso ortóptero spoletensis, nesse caso, veio a conhecimento público por obra e graça de criança de nove anos.

Com tantos come-em-pé e lixeiros por aqui, nem ouso imaginar o que mais a miopia de adultos e da vigilância sanitária deixa passar.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Desafios com energia

Pelo considerável volume de contratos de prefeituras com postos de combustíveis, ou a economia maranhense engata, enfim, uma terceira, ou despenca de ré na próxima ribanceira.

Os pescadores, os pecadores

A dica de pesca é de quem conhece marés e igarapés da Câmara de São Luís.

Caso insistam com a tal CPI do Bom Peixe, os vereadores vão perder olfato e paladar, o melhor da pescaria, e como transformam sardinha em lata em pizza enlatada.

Só por curiosidade. 

A comissão parlamentar é para investigar desmandos da gestão castelista ou perder a pista do inquilino holandês?

O preço da proibição



“A partir desta quinta-feira fica proibido o acesso às praias da capital”, estampam os jornais. 

 Certas notícias levam qualquer um a crer em conspiração internacional contra São Luís. 

Ocas em lucidez e dados, a nota impõe veto definitivo a uma das raras opções de lazer na ilha. 

O que está proibido, ou deveria, é o tráfego de veículos na faixa de areia – aporte inédito e decisivo do ludovicense ao incremento da indústria do turismo no país. 

Os moradores praianos ficam livres da medida. 

Azar nosso, os preços em bares e restaurantes, também.

A marcha dos sem-rumo

Pelo volume de carros que deixou São Luís, esta semana, rumo a feriadão de Corpus Christi no interior, deu para perceber:

Aos motoristas parece tarefa mais fácil enfrentar, no corpo a corpo, os gargalos do Estreito dos Mosquitos, que se metamorfosear de mosquito para ludibriar o trânsito da Avenida dos Holandeses ou as tropas holandesas e seu arsenal inesgotável de multas.