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domingo, 2 de junho de 2013

Segure sua fome (dois)


Gostem ou não, aprovem ou não, não fosse os "come-em-pé" e os baiquilanches, o ludovicense sem poder aquisitivo morreria a quilo?

Segure sua fome



A segurança alimentar em São Luís será alvo de pesquisa. 

Caso os números coincidam com os da segurança pública, a questão vai requerer bem mais que uma saída virtual ou longa internação em UTI de hospital.

Os restaurantes de grife entram em qual parte da pesquisa: a do mal cozimento ou do esquecimento?

sábado, 1 de junho de 2013

Gaytutos



Não sei se São Luís está preparada, mas a cidade pode assistir, em meio à folia junina deste ano, a primeira série de casamentos gays da sua história.

Não se admirem caso virem por aí algum boi “brabo” com aplique nos chifres.

Uns miam, outros chiam



É notável o esforço do consumidor em otimizar a qualidade de serviços pelos quais paga caro e nem sempre correspondem à expectativa. 

A polícia descobre em São Luís oito laboratórios especializados em fraudes de medidores de energia. 

Continua sem paradeiro, entretanto, mínimo esforço da companhia energética para entender porque muitos "gatos" só miam ao latido da última conta.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Notícias imortais



“A violência foi tanta que pedaços do cérebro da vítima ficaram pelo chão”.

O texto acima descreve o “horror” de um jornalista de Imperatriz ao detalhar um dos crimes registrados em maio na segunda maior cidade do Maranhão.

Assassinos e vítimas mal podem esperar pelo que o ele escreverá em junho.

Passaram da conta



Há certas contas que o próprio diabo não dá conta.

O Maranhão tem sete mil policiais militares em atividade.

Caso mil trabalhem na segunda-feira, onde estarão os outros seis mil na terça-feira?

Na clandestinidade?

Negócio encalhado



Decepcionados com resposta pífia do mercado aos mil encantos da sua área nobre, e com pesquisa de prospecção de negócios que se revelou um fiasco, sócios de um shopping em construção em São Luís refizeram toda a estratégia de vendas das lojas.

Ao invés de marcas consagradas, o empreendimento vai apostar em nomes consolidados no gosto popular.

O ludovicense está mais para Americanas que para Dolce & Gabbana, descobriram os investidores.

A mudança de tática não produziu bons resultados até agora.

Mesmo com pátio de facilidades, cerca de dois terços das lojas esperam interessados.