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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Será que batem bem?

Esse pessoal que cria a tabela do IPVA segue a direção do bolso deles; não o seu.

Paga o imposto em dia?

Parabéns, mas saiba que a cada ano a inadimplência bate recorde.

O máximo que você consegue? Bater cabeça.

Se der sorte, talvez não bata o carro.

Corredores da morte

É um alívio saber que os Socorrões foram desocupados.

Sabe lá o que chegar a 2013 com milhares de feridos de todo o Maranhão a aguardar vez nos corredores da morte?

Quem deixou os hospitais públicos incharem em sangue e sofrimento tem projeto para implantar campos de concentração em São Luís.

Ganância, omissão ou incompetência, os particulares seguem o rastro.
 
Exemplarmente. 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Mortos de sorte

“A morte de um político deixará o Maranhão consternado”, ouve-se, ano após ano, de pais e mães-de-santo, em rosário de previsões onde de tudo se ouve do além, menos um nome.

Em Estado onde reinam centenas de politricas e politiqueiros, raro é saber o que não morra com pés e mãos no cofre público, mas esses não contam, soube. Bons zumbis, ressuscitam na próxima safra.

Sinceramente, nunca tomei conhecimento – pelo menos em meu tempo – de político que ao morrer tenha deixado o estado entristecido.

O futuro da humanidade se mostra tão óbvio que só terapia de regressão para fisgar algo de “novo” no passado.

As compensações

O crime compensa.

E recompensa regiamente a quem muito pensa.

Em si.

Enfim, livres

Sem dúvida, é notícia alvissareira o anúncio do restante do secretariado do prefeito Holanda Júnior.

Sabe lá o que começar gestão com uma dúzia de nomes presos em e-mail a vagar pelo ciberespaço?

 

sábado, 29 de dezembro de 2012

A economia mia

A ascensão de um novo prefeito é sempre um acontecimento e tanto para a economia.

Não fosse a posse de Holanda Júnior, no dia 1º, os flanelinhas da Pedro II iriam amanhecer 2013 sem trabalho.

Com o arrumar de malas castelista, a praça só não ficou vazia porque grande parte dos mendigos de São Luís adora vigiar a entrada de bancos.

E de graça.

Desapego anônimo

Em qual outra profissão o operário se sujeita ao vexame de ficar dias confinado em hotel de luxo, longe de qualquer contato com a civilização, em completo anonimato, a resistir bravamente às inúmeras pressões do poder, e tudo em nome da tal convicção política?

E depois dizem que vereador em São Luís não trabalha.

Injustamente, lógico.