Hyakumanto Darani (documento japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história), um relato dos astecas com a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo, trabalhos de cientistas árabes sobre álgebra, a Bíblia de Gutenberg, antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil, a Bíblia do Diabo (século XIII).
Estas e outras obras raras do conhecimento estão disponíveis para consulta gratuita na Biblioteca Digital Mundial (BDM), com opção de leitura em sete línguas – inclusive a portuguesa.
A biblioteca – que recebe o apoio da ONU – traz ainda mapas e ilustrações antigos, e é boa fonte para pesquisadores, estudantes e curiosos.
O endereço da BDM está gravado na seção “Fique de Olho”, à direita da página.
Pelo menos
metade de São Luís deve sair às ruas de vassoura em punho, nesta segunda-feira,
na tal operação “Limpeza Rua a Rua”.
A prefeitura não informou, entretanto, quantas estão aptas a varrer ou
voar.
E quanto às
ruas, quantas mais esperam varrer do mapa?
O golpe corre
no Estado mais que notícia ruim, afirmam.
Espertinhos sem
um filho perfilham a prole alheia para ter direito ao tal Bolsa Escola.
A tramoia
sai do forno com as bênçãos dos pais biológicos, e é multiplicada por bônus
mensal.
Há quem tenha
recorrido à justiça para ter a filharada de volta; há quem tenha encomendado outra.
Estudo dos investigadores Cláudia Pedra e Miguel Santos Neves – apresentado
esta semana em Lisboa – mostra Portugal entre principais rotas internacionais do
tráfico de seres humanos.
As vítimas são oriundas de 17 países, sendo que 70% vêm do Brasil, Nigéria e
Gana.
Em dois anos, os investigadores identificaram 115 vítimas de tráfico, das
quais apenas 17 estavam referenciadas pelas autoridades. Entre 250 e 270 traficados
tiveram Portugal como destino, origem ou ponto de passagem.
De acordo com o estudo, 67% das vítimas enriquecem a exploração sexual.
As mulheres que aceitam abandonar o país de origem com a falta promessa de
emprego no exterior são vendidas em Portugal por 35 mil euros – pouco mais de
R$ 80 mil.
Há tantos
buracos em São Luís que contratar empresas por R$ 4,5 milhões para pavimentação
faz de contas tem efeito igual a tentar remendar os canos do sistema Italuís
com grude.
O pior é o
que não cola ou o que a um sopro descola?
Exceto por
um triz, São Luís é quase Paris.
A prefeitura
deve conter excessos e corrigir a tempo más interpretações da sua “Limpeza Rua
a Rua”.
A operação
terá com foco a retirada do lixo urbano de São Luís e, não, a sangria do bolso
dos contribuintes.
Já
imaginaram as quadrilhas pré-juninas de Pedrinhas a aproveitar o movimento para
primeira apresentação?
Capital recebe operação de limpeza pública na segunda-feira, promete a prefeitura.
Até terça,
não ponha a cara suja fora de casa.
Sabe-se lá o
que entendem por lixo ou capricho, por aterro sanitário ou desespero
solidário, concorda?
O lixo
recolhido terá como destino qual ribeira?
A fronteira
São Luís – Rosário?