No distante 1926, o presidente Washington Luís profetizava: "Governar é abrir estradas”.
Surgiu aí, acredite, um dos negócios mais rentáveis na história do Brasil – o sangradouro das obras rodoviárias.
De lá pra cá foi um multiplicar de estradas sem fim.
Falta de planejamento e projetos de araque; baixa qualidade de execução; manutenção tardia ou sempre adiada; seguidos impostos para encobrir os rombos de governos.
O resto da história você conhece.
Afinal, é o culpado por 100% dos acidentes de percurso.
Boa viagem!
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sábado, 15 de setembro de 2012
O faz-tudo
Qualquer eleitor esclarecido decerto ficou pasmo com o programa de tevê de Washington Luiz – ou Oliveira, ou WO – desta sexta-feira.
O candidato do PT à prefeitura vai fazer tanto por São Luís que é possível não encontrar tempo sequer para fazer as malas.
O candidato do PT à prefeitura vai fazer tanto por São Luís que é possível não encontrar tempo sequer para fazer as malas.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Aos tombos e rombos
Se os produtores da novela global “Lado a Lado” precisaram recriar em São Luís o Rio antigo, parece lógico supor: daqui a cem anos algum curioso terá de ir à Europa se quiser encontrar mísero vestígio da São Luís colonial.
Não se iluda.
Por aqui, patrimônio que não é o público metamorfoseado em particular, tomba e não se ergue jamais.
Não se iluda.
Por aqui, patrimônio que não é o público metamorfoseado em particular, tomba e não se ergue jamais.
Questão de estilo
Lembram o topete estilo “Cascão” de Ronaldo Nazário na Copa 2002?
O candidato do PSTU à prefeitura de São Luís, Marcos Silva, passou a adotar algo idêntico.
Pena que o “fenômeno” ficou por aí.
O candidato do PSTU à prefeitura de São Luís, Marcos Silva, passou a adotar algo idêntico.
Pena que o “fenômeno” ficou por aí.
A vitória é sádica
O futebol produz momentos sádicos.
“Após eliminação, Vilhena volta para casa de cabeça erguida”.
Aguentar a frase na cachola até Rondônia tem pior efeito que os quatro gols sofridos do Sampaio em São Luís.
“Após eliminação, Vilhena volta para casa de cabeça erguida”.
Aguentar a frase na cachola até Rondônia tem pior efeito que os quatro gols sofridos do Sampaio em São Luís.
Nova uma ova
Providenciado às pressas para o aniversário da quatrocentona São Luís, o novo calçamento da Beira-Mar já apresenta rachaduras.
Em vários locais as trincas concorrem com as rugas da avenida.
Serviço malfeito ou feito para ser refeito?
Mas a Beira-Mar tem algo de novo, sim.
Cimentaram os pés dos bancos de pedra portuguesa ao longo da via.
A quem esqueceu, tinham a forma de garras de leões.
Será para esconder a selvagem proximidade?
Em vários locais as trincas concorrem com as rugas da avenida.
Serviço malfeito ou feito para ser refeito?
Mas a Beira-Mar tem algo de novo, sim.
Cimentaram os pés dos bancos de pedra portuguesa ao longo da via.
A quem esqueceu, tinham a forma de garras de leões.
Será para esconder a selvagem proximidade?
Números explosivos
Em Minas, 48% dos eleitores não sabem os números dos candidatos.
No Maranhão, 48% sequer sabem o que são candidatos.
Quanto aos concorrentes, 99% não perceberam a candidatura ir pelos ares, mas insistem em continuar a explodir “amigos e inimigos".
No Maranhão, 48% sequer sabem o que são candidatos.
Quanto aos concorrentes, 99% não perceberam a candidatura ir pelos ares, mas insistem em continuar a explodir “amigos e inimigos".
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