O Maranhão perdeu neste sábado o radialista Tony Castro.
Paraense, poucos gostaram desta terra como ele. Era, portanto, mais maranhense que muita gente nascida às margens do Itapecuru e do Pindaré.
Um homem simples no dia-a-dia, um gigante no microfone das emissoras onde emprestou voz e comentários.
Trabalhos juntos, eu repórter noviço de O Imparcial, ele na extinta Rádio Gurupi, dos Diários Associados.
Já era profissional experiente, e sempre me dispensou grande consideração. Ainda que afastados pelo afazeres, os amigos comuns traziam e retornavam notícias nossas.
Jamais esqueci. Cobríamos o Carnaval – quando o desfile era na Praça João Lisboa – e ele me estendeu o microfone. Falei mil bobagens; o diabo ri até hoje. Benevolente, Tony jamais me repreendeu.
Ficou a lição. Continuo amante dos disparates e atos falhos.
As durezas da vida e da profissão fizeram Tony hábil na cobertura de quaisquer eventos – do futebol à política.
O que gostava nele? Ter opinião própria – produto de primeiríssima necessidade tão escasso no mercado.
A opinião o matou. Foi? Melhor isso, que não sei sofrer pior que a falta dela.
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domingo, 16 de setembro de 2012
O nosso Titanic
“Este é o perfil de Haroldo Saboia, um talássico que se orgulha de ter nascido nesta Upaon-Açu dos tupinambás”.
Talássico. Relativo ao mar e às águas oceânicas profundas.
O articulista do PSOL, no Jornal Pequeno deste domingo, não quis dizer que a candidatura de Haroldo à prefeitura de São Luís afundou ou está em vias de submergir, quis?
Nem a tragédia do Titanic mereceu igual tratamento, creio.
Talássico. Relativo ao mar e às águas oceânicas profundas.
O articulista do PSOL, no Jornal Pequeno deste domingo, não quis dizer que a candidatura de Haroldo à prefeitura de São Luís afundou ou está em vias de submergir, quis?
Nem a tragédia do Titanic mereceu igual tratamento, creio.
Ditado reciclado
“Em terra de cego, quem tem um olho não toma banho na praia do Caolho ou conversa olho a olho com o Holanda Júnior”.
Ora, veja só!
“Gosto de fazer política olhando no olho das pessoas”, diz Holanda Júnior.
Com a surpreendente afirmativa, não admira o candidato dividir a liderança pela prefeitura de São Luís com o prefeito-candidato, que estaria sendo vítima de olho-grande, dizem.
Ainda que você não veja, há meses HJ fala com sucesso a caolhos e ciclopes.
E os outros concorrentes, míopes, a jurarem: o oftalmologista da campanha era o Tadeu Palácio.
Era.
Com a surpreendente afirmativa, não admira o candidato dividir a liderança pela prefeitura de São Luís com o prefeito-candidato, que estaria sendo vítima de olho-grande, dizem.
Ainda que você não veja, há meses HJ fala com sucesso a caolhos e ciclopes.
E os outros concorrentes, míopes, a jurarem: o oftalmologista da campanha era o Tadeu Palácio.
Era.
A política em tour
A licença do presidente da Embratur para tocar campanhas eleitorais no Maranhão não significa que o turismo político está em baixa, significa?
Tem programa para o domingo?
Carros, carroças, patins, motos, bicicletas, patinetes e pangarés estão mobilizados e a postos para a megacarreata do prefeito-candidato neste domingo.
A ordem do comando de campanha é tomar ruas e avenidas de São Luís, e multiplicar buzinas e engarrafamentos que você e o Holanda Júnior não encontram nem durante a semana.
O difícil, creio, será o furdunço encontrar pontos de ultrapassagem.
Que tal na Via Expressa?
Depressa!
A ordem do comando de campanha é tomar ruas e avenidas de São Luís, e multiplicar buzinas e engarrafamentos que você e o Holanda Júnior não encontram nem durante a semana.
O difícil, creio, será o furdunço encontrar pontos de ultrapassagem.
Que tal na Via Expressa?
Depressa!
sábado, 15 de setembro de 2012
Salto para o futuro do pretérito
Em 1927, o Brasil possuía 93.682 automóveis e 38.075 caminhões.
Em 2012, São Luís se “orgulha” de 300.000 veículos em circulação.
Incrível!
Foi necessário quase um século para perceber que só avançamos no setor automobilístico.
Avançamos?
Sim, em marcha-ré!
Em 2012, São Luís se “orgulha” de 300.000 veículos em circulação.
Incrível!
Foi necessário quase um século para perceber que só avançamos no setor automobilístico.
Avançamos?
Sim, em marcha-ré!
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