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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Oh, posições!

Flávio Dino defende união das oposições em 2014.

Unir a oposição deve ser trabalho hercúleo; as oposições, então, algo bem pior que juntar balaio de gatos.
Vamos supor que o “projeto” dê certo.

A oposição - já em posição - irá se opor a quem ou a quê?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Confraternização natalina

Se em simples jogo de bola entre oficiais da Polícia Militar do Maranhão, major e coronel saem no braço, a troca de comando na corporação deve produzir lances dignos do melhor – ou pior – UFC.

O excesso de trabalho nas manhãs de quinta-feira e às vésperas do Natal deixa qualquer um com os nervos no bico da chuteira, concorda?

A supersafra

É alentador saber que os prefeitos maranhenses estão verdadeiramente empenhados em investir em supersalários.

Pois que sejam os deles.

Afinal, uma parcela da população atende – e entende – o chamado do governo no combate sem tréguas à pobreza .
O país deveria copiar a boa prática sem demora.
Outra iniciativa com igual desvelo público, teme-se, só depois do Ano-Novo!
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Estradão sertanejo

“Governo entrega rodovias que interliga municípios”, leio em jornal local.

O título da matéria é preocupante, e nem é pela concordância escorregadia.
Vai um exemplo. 
Já pensaram se as novas estradas do Maranhão começam a interligar o mato do acostamento e os animais na pista?

Novos em folha

Já notou esse pessoal apanhado com a mão no alheio?

Vasculhe terra e céu e não encontrará exemplos mais comoventes de humildade e arrependimento.
Os bandidos de colarinho branco?
Quase santos em fingimento.

Para fichas sujas, nada como bom tingimento.

Esfarinhados

“Alimento” por excelência do maranhense, a farinha d´água é vendida a quilo de oito reais em São Luís.

A culpa não é da falta de chuva, mas de quem plante.
Com as bolsas da grife Lula, ócio é o máximo que conseguem colher hoje no estado.

Plantar por aqui, nem mandioca, nem bananeira.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Os vulcões

Se você pensa que São Luís é uma cidade frágil, espere o inverno e a revolta de meios-fios e esgotos.

Ali irá encontrar o lixo da cidade acrescido da sujeira que fizeram descer por sua goela nas eleições de novembro.

Lembre-se: não importa o que veja ou engula, a conta será sempre sua.