Total de visualizações de página

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Fartos do lixo farto

Capital recebe operação de limpeza pública na segunda-feira, promete a prefeitura.

Até terça, não ponha a cara suja fora de casa.

Sabe-se lá o que entendem por lixo ou capricho, por aterro sanitário ou desespero solidário, concorda?

O lixo recolhido terá como destino qual ribeira?

A fronteira São Luís – Rosário? 

Ora aos que oram

Seriam edipicantes as tais conversas sexuais do pastor Marco Feliciano com fiéis da sua igreja, e interceptadas pela polícia.

As edirficantes, propriedade particular do colega Macedo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Bota lonjura nisso

Lembram dos policiais de Pernambuco que supostamente teriam assassinato um empresário em Bacabal, em abril?

Devido ao tamanho do Maranhão, os dois ainda não chegaram a São Luís.

Longe assim, nem o infinito.

Viva la revolución!

Prefeitos e eleitores ainda não se deram conta, mas com a leva de médicos cubanos que virá ao Brasil pode vir a resposta convincente para a renovação política que o Maranhão carece há décadas.

Sabe como é!

Já estavam manjadíssimos e improdutivos os arranjos “meu motorista”, “meu capataz”, “meu tesoureiro particular”.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quero outro

Quem tiver o carro roubado ou quiser devolver espontaneamente o bem não precisará mais pagar as prestações do veículo, caso possua contrato de financiamento na forma de leasing.

A decisão é da juíza de Direito Márcia Cunha Silva Araújo de Carvalho, da 2ª Vara Empresarial do Rio.

Essa história ainda vai dar muito pano pra manga, mas, segundo a autora, a sentença produz efeitos imediatos em todo o país.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Diversão garantida

A melhor diversão ao turista que chega a São Luís – garantem – é contar quantos buracos há em ruas e avenidas, ou tentar adivinhar quantos esgotos em ebulição se escondem sob galhos de árvores e lixo acumulado.

A paz em cartaz

São Luís vai receber em junho Seminário pela Paz e Não-Violência.

E irão discutir o quê?

O diário da violência ou o atavismo sectário?