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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Barrigadas

“Grávida, Wanessa Camargo vai à festa de grife gestante”.

Chamada do Terra desta quinta-feira, 15.

Você se assustou com uma grife prenhe?

Imagine o Rafinha Bastos quando souber da nova barriga na praça.

Lógica “caipira”

Um político do interior maranhense – já falecido – organizou um baita churrasco com o propósito de arrebanhar simpatizantes para a campanha e eleição a prefeito.

Sem um tostão na carteira e no banco, recorreu à estratégia incomum.

No dia da festança, um boi na brasa, cerveja e cachaça não faltaram aos apoiadores. O arranjo foi um sucesso.

Algum tempo depois o candidato é “convidado” a pagar pela rês comprada no fiado.

E quem disse que se abalou?

A quem se aproximava com a história respondia em voz mansa:

“Faço um inimigo no fiado, mas não faço cem no apurado”.

E assim eleito foi. E assim viveu da “política” enquanto pôde, um gadinho aqui, um eleitor de bucho cheio acolá.

Caídas e recaídas

O Maranhão vive temporada ímpar de derrubadas.

Após denúncia, Assembleia derruba Lei dos Babaçuais.

Difícil, agora, vai ser encontrar área em São Luís onde se aviste uma só palmeira em pé.

Não estão tentando desequilibrar o autor da lei no cair da tarde, estão?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ecologia furta-cor

Estudantes recebem certificação da prefeitura pelo cultivo de 400 mudas de ipês.

Ambos devem estar vaidosamente roxos – estudantes e mudas.

E não adianta ficar roxo de raiva, caso você e o verde não se vejam pela cidade.

A outra ponta do vício

A Sousa Cruz colocou supervisores de venda nas ruas – o Maranhão na garupa – para pesquisa de pergunta única:

- A campanha “O Brasil sem o cigarro” trouxe retração nas vendas?

A resposta tem sido “não”, invariavelmente.

Para surpresa dos pesquisadores, houve revendedores que acusaram aumento no consumo.

E aí?

A campanha é boa, tem o patrocínio da Globo mas esbarra no baixo poder de convencimento do apresentador-idealizador Dráuzio Varella.

Negócio da China

Estão de cabelo em pé, pelo acúmulo de dívidas, os empresários que investiram em lojas do Shopping da Ilha, no Maranhão Novo.

O drama atinge, em especial, quem atua no ramo de roupas e acessórios.

Os estoques e novidades chegaram a tempo. Agora, não param de chegar as duplicatas.

O centro comercial deveria ter sido lançado este mês, no boom de vendas do Natal.

Pelo andar da carruagem, as obras devem se estender por mais quatro meses, pelo menos.

Lojistas que duvidaram da “barbada” respiram aliviados.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O país tomba

Brasil 2010.

Mais de trinta e cinco mil mortos no “país do futuro”. Em números parciais.

A vida não para, não repara, não cala a bala.