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domingo, 25 de dezembro de 2011
O contrato
- Pois bem, então estamos contratados!
Foi o que ouvi de Adilon Léda, Seu Adi, meu sogro, quando fui lhe comunicar o casamento com a filha.
Há 26 anos mantenho o contrato com ele e com Wilna.
Era homem íntegro nos negócios. A lida muita com a vida aperfeiçoou o manejar firme das palavras.
Guardo dele saudades, o contar dos causos, as tiradas singulares.
- Quando a carrada é de açúcar, até a poeira é doce!”.
Ora se é!
Foi o que ouvi de Adilon Léda, Seu Adi, meu sogro, quando fui lhe comunicar o casamento com a filha.
Há 26 anos mantenho o contrato com ele e com Wilna.
Era homem íntegro nos negócios. A lida muita com a vida aperfeiçoou o manejar firme das palavras.
Guardo dele saudades, o contar dos causos, as tiradas singulares.
- Quando a carrada é de açúcar, até a poeira é doce!”.
Ora se é!
Eu acredito
E já que ela descobriu vocação para a maternidade de ricos e pobres, e logo no Natal, vamos acreditar que em 2012 veremos bom reajuste na mesada-salário dos filhos-servidores, e não esqueça os que nada tiveram, além de tênue esperança?
E sem perder o rumo da prosa.
O vídeo de Natal da governadora não foi presente de nenhum Noel grego, foi?
E sem perder o rumo da prosa.
O vídeo de Natal da governadora não foi presente de nenhum Noel grego, foi?
Pousos e repousos
Estacionamentos em aeroportos representam 20,4% da receita total da Infraero.
Aqui em São Luís, a boa receita aeroportuária para o Ano-Novo é não se aporrinhar com o que chegue ou deixe o aeroportinho do Tirirical.
E na carona dos ventos de 2012.
Quando a Infraero irá anunciar a enésima remarcação das datas de término de obras e de reabertura do aeroportinho?
Com o inverno à porta, é conveniente encomendar novo lote de tendas. Em material impermeável, não esqueçam.
Sorte nossa termos comissões parlamentares a acompanhar tudo o que se passa, e não passa, por nosso espaço aéreo.
Aqui em São Luís, a boa receita aeroportuária para o Ano-Novo é não se aporrinhar com o que chegue ou deixe o aeroportinho do Tirirical.
E na carona dos ventos de 2012.
Quando a Infraero irá anunciar a enésima remarcação das datas de término de obras e de reabertura do aeroportinho?
Com o inverno à porta, é conveniente encomendar novo lote de tendas. Em material impermeável, não esqueçam.
Sorte nossa termos comissões parlamentares a acompanhar tudo o que se passa, e não passa, por nosso espaço aéreo.
sábado, 24 de dezembro de 2011
É Natal!
Manhã de Natal. O menino que vigia as noites acorda com metralhadora ao lado.
Presente de papai ao filho primogênito.
Espiei quando o meu Noel a deixou num canto do beliche.
Detestava armas e violência, mas jamais perguntei ao senhor de bigodes o por quê daquele artefato na minha vida.
Queria-me pronto para as guerras? Liberto da timidez?
Ficarei sem respostas.
Quando o câncer o levou embora, nos deixou sem palavras. Nele, eram tão poucas, tão suficientemente fortes, tão verdadeiras.
Não tenho filhos homens, não aprendi a fazer guerras, não tenho armas – uma baladeira sequer.
O quê aprendi? A guardar comigo, em lugar seguro, os natais de Júlia e Maria Laura, minhas filhas. Não é pouco, admito.
É Natal? Que seja. Para todo o sempre.
Presente de papai ao filho primogênito.
Espiei quando o meu Noel a deixou num canto do beliche.
Detestava armas e violência, mas jamais perguntei ao senhor de bigodes o por quê daquele artefato na minha vida.
Queria-me pronto para as guerras? Liberto da timidez?
Ficarei sem respostas.
Quando o câncer o levou embora, nos deixou sem palavras. Nele, eram tão poucas, tão suficientemente fortes, tão verdadeiras.
Não tenho filhos homens, não aprendi a fazer guerras, não tenho armas – uma baladeira sequer.
O quê aprendi? A guardar comigo, em lugar seguro, os natais de Júlia e Maria Laura, minhas filhas. Não é pouco, admito.
É Natal? Que seja. Para todo o sempre.
Corte profundo
Apenas cinco maranhenses estariam concorrendo no Enem 2011 para Medicina.
Candidatos de outros estados dominam com folga o restante das vagas.
Imagine quando os “estrangeiros” avançarem sobre o restante dos cursos.
Candidatos de outros estados dominam com folga o restante das vagas.
Imagine quando os “estrangeiros” avançarem sobre o restante dos cursos.
Diário de bordo
Maranhão fabrica e exporta embarcações para o estrangeiro.
Graças a Sérgio Marques, que conhece a manha das marés e catamarãs.
Só por curiosidade.
O próximo lote de encomendas incluirá a nau dos desvalidos?
E antes que a prosa siga o destino da Arca de Noé.
Cadê o estaleiro-escola que o governo alardeou para o Tamancão?
Graças a Sérgio Marques, que conhece a manha das marés e catamarãs.
Só por curiosidade.
O próximo lote de encomendas incluirá a nau dos desvalidos?
E antes que a prosa siga o destino da Arca de Noé.
Cadê o estaleiro-escola que o governo alardeou para o Tamancão?
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