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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

No moroló

O crime em São Luís nem sempre vive momentos altos.

Na Vila Luizão, dívida de cento e dez reais leva mulher a esfaquear devedora em uma das nádegas.

Por sorte, o dinheiro estava em outro bolso, soube-se depois.

“Foi logo no Moroló que ela me acertou”, queixou-se a vítima, referindo-se ao próprio sobrenome.

Vida de cão

O cenário político-administrativo em São Luís anda turvo de tal forma que até mesmo Shivas desapareceu sem deixar vestígios.

O cachorrinho, apesar do nome, é abstêmio e indiferente à práticas religiosas.

Deixou a casa na Cidade Operária logo após o anúncio de parcelamento dos salários dos servidores públicos.

O dono paga recompensa a quem achar o animal, mas avisa: o dinheiro só estará disponível quando a prefeitura finalizar a dívida salarial de 2012.

Quase lá

O ex-prefeito João Castelo e secretários receberam em dia os salários de dezembro, ou estão na fila do parcelamento?

Dias em vermelho

Com o pagamento da primeira das três parcelas dos salários de dezembro, os funcionários públicos de São Luís só saberão que 2012 de fato terminou daqui a sessenta dias.

Até lá vão continuar orando para que a prefeitura não descubra meios de impor novos atrasos de vida em 2013.

domingo, 13 de janeiro de 2013

De Gullar a Lobão

A Folha de S.Paulo deste domingo traz artigos de três maranhenses: Edison Lobão, Ferreira Gullar e Flávio Dino.

O ministro de Minas e Energia garante que o país não terá novos apagões e vai atender a demanda elétrica crescente; o poeta e crítico literário acredita que reduzir o consumo é único método para deter o avanço das drogas na sociedade; o presidente da Embratur relembra a tragédia do filho adolescente morto e denuncia: a débil fiscalização sobre os hospitais é burlada por maus médicos.

É possível ler os textos de Lobão e Dino no link abaixo:

Gullar está disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/1213330-um-confuso-bate-boca.shtml

sábado, 12 de janeiro de 2013

Força gigante

As Forças Armadas são a instituição mais confiável do país, com 66% de aprovação popular, segundo pesquisa da ICJBrasil - Índice de Confiança na Justiça, da Direito GV.

O índice representa declínio de 9% de menções positivas em relação à última pesquisa (75%, em 2010), contudo o líder mantém folga confortável para o segundo e terceiro lugares: a Igreja Católica (56%) e o Ministério Público (53%).

A Polícia e o Judiciário têm 39% e estão à frente das emissoras de TV (35%).

O menor percentual foi atribuído aos partidos políticos: apenas 7%. Em 2010, chegaram a 21%.

As grandes empresas (46%), a imprensa escrita (46%) e o Governo Federal (41%) também foram relacionadas no levantamento.

A ICJBrasi ouviu 3.300 pessoas em oito estados que respondem por 55% da população.

Pernambuco e Bahia representaram o Nordeste.

Emergências emergentes

Não parece estranho que o Socorrão I careça de alimentos e o Socorrão II fique fora da lista dos necessitados?

A arrecadação chegou a uma tonelada de donativos, de vegetais a palhas de aço.

Sempre ingênua e maleável, a população sempre surpreende em misericórdia e solidariedade.

Após anos de fartura, algum fornecedor do Socorrão pediu socorro que não fosse em causa própria?

O material de limpeza pode ter bom uso: os gestores que afundaram os hospitais públicos de São Luís.

Qual será a próxima indecência ou – como rotulam – emergência?