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terça-feira, 21 de maio de 2013

Diversão garantida

A melhor diversão ao turista que chega a São Luís – garantem – é contar quantos buracos há em ruas e avenidas, ou tentar adivinhar quantos esgotos em ebulição se escondem sob galhos de árvores e lixo acumulado.

A paz em cartaz

São Luís vai receber em junho Seminário pela Paz e Não-Violência.

E irão discutir o quê?

O diário da violência ou o atavismo sectário?

Livros que matam

Os cem mil livros vendidos no Salão do Livro de Imperatriz (Salimp) deste ano transformam a segunda cidade do Estado em seu maior polo cultural. 

A cada salão literário aberto por lá, São Luís responde com salão funerário.

Livros por tiros?

Enquanto cem mil leem para viver, seis milhões sequer sabem porque vivem.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Empombados

Em São Paulo, há três anos empresas não adotam monumentos.

Em São Luís, há quatro séculos.  

Os que não roubaram ou danificaram, ao coco de pombos atiraram.

Escola de bolseiros

Mais e mais famílias rumam para o extermínio moral a cada dia, e logo um boato sobre o término do Bolsa Família provoca correria e vandalismo em agências da CEF no Maranhão.

Povo que vive da caridade governamental – dela se acostuma, e por ela implora – não merece bolsa ou piedade.

Merece extrema-unção.

É o valor da esmola que determina a fundura da sacola?

domingo, 19 de maio de 2013

Ocaso ou ocasião?

Certas notícias, aqui e ali, nos põem a refletir. 

É melhor fraudar a Previdência ou ousar na imprevidência? 

Fico com o Marquês de Maricá. 

“É tal a nossa imprevidência ou ignorância, que tomamos por um grave mal o que frequentes vezes é origem e ocasião dos maiores bens”.  

A ocasião faz o ladrão, ou não?

Sovinas

Não fale citar aquele relógio cômico em contagem regressiva, mas qual presente de valor e útil São Luís recebeu pelos 400 anos?