Lembram dos policiais
de Pernambuco que supostamente teriam assassinato um empresário em Bacabal, em
abril?
Devido ao
tamanho do Maranhão, os dois ainda não chegaram a São Luís.
Longe assim, nem o infinito.
Prefeitos e
eleitores ainda não se deram conta, mas com a leva de médicos cubanos que virá ao
Brasil pode vir a resposta convincente para a renovação política que o Maranhão
carece há décadas.
Sabe como é!
Já estavam manjadíssimos
e improdutivos os arranjos “meu motorista”, “meu capataz”, “meu tesoureiro particular”.
Quem tiver o carro roubado ou quiser devolver espontaneamente o bem não precisará mais pagar as
prestações do veículo, caso possua
contrato de financiamento na forma de leasing.
A
decisão é da juíza de Direito Márcia Cunha Silva Araújo de Carvalho, da 2ª Vara
Empresarial do Rio.
Essa
história ainda vai dar muito pano pra manga, mas, segundo a autora, a sentença
produz efeitos imediatos em todo o país.
A
melhor diversão ao turista que chega a São Luís – garantem – é contar quantos
buracos há em ruas e avenidas, ou tentar adivinhar quantos esgotos em ebulição se escondem sob galhos de árvores e
lixo acumulado.
São Luís vai
receber em junho
Seminário pela Paz e Não-Violência.
E irão discutir
o quê?
O diário da
violência ou o atavismo sectário?
Os
cem mil livros vendidos no Salão do Livro de Imperatriz (Salimp) deste ano transformam a
segunda cidade do Estado em seu maior polo cultural.
A
cada salão literário aberto por lá, São Luís responde com salão funerário.
Livros
por tiros?
Enquanto
cem mil leem para viver, seis milhões sequer sabem porque vivem.
Em
São Paulo, há três anos empresas
não adotam monumentos.
Em
São Luís, há quatro séculos.
Os que não roubaram ou danificaram, ao coco de pombos
atiraram.